Porquê?
Muitas organizações tendem a basear as suas decisões de ciberseguro na dimensão média das perdas resultantes de incidentes, quando as suas verdadeiras exposições podem ser determinadas por cenários de baixa frequência e elevada gravidade, caracterizados por longos períodos até à descoberta do incidente e interrupções prolongadas da atividade.
Alinhar os limites e a retenção da apólice com as suas exposições financeiras específicas pode ajudar a evitar situações de subseguro, bem como a contratação de limites excessivos e desnecessários, reforçando a sua estratégia de transferência de risco.